Aumento drástico da participação dos empregados impede avanços do GT Saúde Caixa

A décima quinta reunião do Grupo de Trabalho (GT) Saúde Caixa, realizada na tarde desta quinta-feira (1), voltou a debater o modelo de custeio do Saúde Caixa a partir de 2022.

Entretanto, as negociações continuam sem avanços por conta da intransigência da direção da Caixa, que insiste em aplicar as limitações previstas na Resolução 23 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR 23).

A representação dos empregados da Caixa reforçou, mais uma vez, que é contra a aplicação da resolução, que transfere custos da empresa para os empregados. Lembrou também que não há previsão no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) vigente de aplicar esta resolução.

Nos primeiros ensaios feitos para os valores de custeio, ficou claro que a imposição da resolução 23 da CGPAR, como pretende a gestão atual, tornará o plano financeiramente inviável para muitos colegas.

A gestão Pedro Guimarães precisa entender que esta intransigência pode custar suas vidas, por não terem a assistência de um plano de saúde em um momento de pandemia.

Dif ícil fazer o debate quando o que temos é um cenário de imposição e a CGPAR 23 veio para acabar com todos os planos de saúde das estatais, inclusive o nosso. Fato é que o aumento drástico que no momento vislumbramos esvazia o plano pois uma parte dos empregados não terá condições de manter, outra parte terá outras opções no mercado e a parcela que ficar em determinado momento não conseguirá sustentar.

Sem resposta – Durante o encontro, a Caixa informou que ainda não conseguiu levantar as informações pedidas pela empresa de consultoria atuarial contratada pelo movimento sindical. A próxima reunião do GT Saúde Caixa será realizada na terça-feira (6).

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