Primeira reunião debate sustentabilidade do plano de saúde dos funcionários do BB
Nesta quarta-feira (2), foi instalada a mesa de negociação para discutir a perenidade e sustentabilidade da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi). A iniciativa representa um passo fundamental para garantir a solidez do plano de saúde dos associados, considerado um patrimônio do funcionalismo.
Durante a discussão, foram apresentados o cenário atual e as projeções futuras, incluindo a manutenção do projeto de atenção primária, a recomposição da rede de atendimento e a redução de atendimentos emergenciais. Também foram destacados os avanços no uso de inteligência artificial para gestão de autorizações e mitigação de riscos.
As entidades representativas dos funcionários estiveram presentes na negociação, incluindo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (Contec), Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (Anabb), Associação dos Antigos Funcionários do Banco do Brasil (AAFBB) e a Federação das Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil (FAABB). Membros da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB também participaram desta primeira rodada.
Os representantes dos funcionários ressaltaram a necessidade de buscar soluções sustentáveis para a Cassi, destacando a importância de um modelo viável a longo prazo. Eles enfatizaram que o momento e o ambiente são favoráveis a um processo negocial que leve a uma solução conjunta e perene. Como a Cassi é uma entidade de autogestão e uma construção coletiva, a participação ativa dos associados será essencial para seu fortalecimento. O engajamento do funcionalismo nos debates e nas decisões será determinante para garantir transparência e encaminhamentos que atendam aos interesses de todos.
Durante as discussões, foi lembrado que existe uma mesa específica para tratar do direito de os funcionários egressos de bancos incorporados terem acesso à Cassi. O Banco do Brasil firmou um compromisso em acordo coletivo para apresentar uma proposta sobre o tema até julho de 2025.