.: Conselho da Mulher visita Sindban

Representantes do Conselho Municipal da Mulher de Piracicaba estiveram reunidos com a vice-presidente do Sindban, Angela Ulices Savian, com a diretoria Letícia Françoso e com funcionários do Sindicato.

O objetivo do encontro foi conhecer melhor o projeto Sindban Acolhe, criado em 2020 para atender mulheres vítimas de violência.

A presidente do Conselho Municipal da Mulher Dra. Lia Mara disse que a inciativa do Sindban deve ser um exemplo para outras instituições. “Vou sugerir ao Conselho das Entidades Sindicais de Piracicaba – Conespi que discuta iniciativas como a do Sindban entre os sindicatos”, comentou.

Pelo conselho também estiveram na reunião a promotora aposentada Maria Cristina Marton Correa Seifarth e a represente do Sindban na entidade Teresinha de J. Altarugio.

A vice-presidente do Sindban disse ainda que o Sindicato promove um curso de Paternidade Responsável - Licença maternidade de 180 dias - Licença paternidade que também caminha no sentido de sensibilizar os homens a dividir as tarefas de cuidados com os filhos. “Nesse curso também reforço a necessidade da conscientização sobre a igualdade entre homens e mulheres na sociedade e contra o machismo”, explicou.

Os bancários ainda conquistaram auxílio creche / baba para filhos até 5 anos e 11 meses.

Angela informou ainda que o movimento sindical bancário incluiu na sua pauta a conscientização em relação ao assédio moral, sexual e outros tipos de violência contra a mulher. “Hoje, por pressão do movimento sindical, os bancos atuam para conscientizar os trabalhadores e também já possuem canais diretos de denúncia”, enfatizou.

A presidente do Conselho da Mulher lembrou ainda que este ano Piracicaba precisa realizar a Conferência Municipal de Políticas Públicas para Mulheres e que vai conversar com o prefeito sobre o assunto.

Sindban Acolhe – O Sindban Acolhe oferece atendimento jurídico, psicológico e assistencial às mulheres vítimas de violência doméstica.

Em parceria com a Rede de Atendimento e Proteção à Mulher, auxilia as vítimas em questões cíveis (divórcio, guarda, pensão, danos moral, patrimonial ou estético, entre outras) e penais (medida protetiva e demais ações da Lei Maria da Penha). Isso inclui uma articulação com o Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), com a Defensoria Pública, com a Delegacia de Defesa da Mulher e OAB.

Em médio e longo prazos, o projeto prevê a oferta, tanto para homens quanto para mulheres, de oficinas e palestras sobre o tema violência contra a mulher.

O Sindban Acolhe mantém uma equipe devidamente treinada para atender a esses casos. Assim, a bancária vítima de violência pode ser atendida a qualquer momento na sede do Sindicato, em ambiente reservado, escuta humanizada e os casos mantidos em sigilo. Se preferir, pode agendar atendimento pelo telefone (19) 3417-1333, basta dizer Sindban Acolhe que os atendentes saberão como encaminhar o caso.

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