.: Ato denuncia tentativa de desmonte do BB

Nesta quarta-feira, 10/2, mais uma vez, o Sindban realizou um ato em defesa do Banco do Banco do Brasil, contra as demissões, fechamento de agências e perda de direitos dos funcionários da instituição.

“Sem qualquer tipo de negociação, a direção do banco anunciou em janeiro um plano de reestruturação do banco que vai prejudicar funcionários, clientes e a população de um modo geral”, denuncia o presidente do Sindban José Antonio Fernandes Paiva.

Com o fechamento de agências e a demissão de funcionários cientes serão distribuídos em outras agências, aumentando assim a carga de trabalho dos empregados das agências que permanecerem abertas, comprometendo a qualidade do atendimento.

Além disso, há informações de que serão fechadas agências em pequenas cidades, onde o BB cumpre um papel social ainda maior, onde o crédito agrícola ainda é mais necessário.

Segundo Paiva, a importância social do BB é enorme. “O Banco do Brasil é responsável por quase 60% de todo o crédito agrícola. Financia os pequenos agricultores da agricultura familiar, responsável pela produção de 70% de todos os alimentos consumidos pelos brasileiros. Financia também o agronegócio, responsável por 43% das exportações brasileiras em 2019” explicou.

Ministério Público – O movimento sindical, por intermédio do Ministério Público do Trabalho está tentando negociar com a direção do Banco do Brasil.

Na primeira parte da reunião, o banco havia apresentado uma proposta de prorrogação de 30 dias no processo de retirada da gratificação dos caixas, mas condicionou a proposta à assinatura por todas as entidades do acordo de compensação de horas em decorrência da pandemia e do Acordo de Comissão de Conciliação Prévia (CCP), ambos já em negociação com a Contraf-CUT.

O banco também exigia a retirada de ações judiciais em andamento contra o banco. A Contraf-CUT recusou a proposta e, depois disso, houve um intervalo nas negociações.

Na segunda parte da reunião de negociações desta terça, o banco retirou até a proposta que havia feito antes e não deu prazo para que as entidades consultassem os funcionários sobre a proposta apresentada pela manhã.

Uma nova tentativa de negociação está marcada para a próxima terça-feira. A mobilização continua.

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