.: Sindicatos dos bancários realiza mobilizações em agências da Caixa e do Banco do Brasil em defesa do patrimônio público

Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e outras empresas estatais estão ameaçadas de privatização pelo governo golpista de Temer e outros governantes que defendem a mesma cartilha neoliberal de estado mínimo para a população e lucros máximos para o capital privado.

Para fazer frente à venda do nosso patrimônio, o Sindicato dos Bancários de Piracicaba e Região realizou na manhã desta quinta-feira 5 de julho, o Dia Nacional de Luta em Defesa das Empresas Públicas em agências da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil de sua base.

Na oportunidade o SindBan se uniu ao movimento nacional no qual várias categorias se mobilizaram em prol da Defesa das Empresas Públicas e da Soberania Nacional.  De acordo com o presidente do SindBan, José Antonio Fernandes Paiva, o objetivo desta ação é mobilizar os bancários para a luta contra ações do governo que visam privatizar o patrimônio público. “Nós definimos um forte calendário de mobilização justamente porque estamos vivendo um momento de fortes ataques aos trabalhadores e também ao patrimônio público, lutar pela soberania das empresas estatais, e nós como bancários dos bancos não é algo apenas para proteger os nossos trabalhadores, mas sim toda a sociedade. É um de nossos motes ‘se é público, é para todos! ’”, comenta.

O diretor do Sindicato e empregado da Caixa, Ubiratan Campos do Amaral, alertou para a precarização promovida pelo governo dos serviços ofertados pelos bancos federais por meio de reestruturações, fechamento de agências e demissões com o intuito de privatizá-los. “Na medida em que o serviço é precarizado, se justifica para a população a privatização dessas instituições. Sabemos o quanto representam como fomentadoras do desenvolvimento ao país.”

Planos de Saúde

Outra forma de desmonte especifica para os usuários os planos de saúde das empresas públicos foi a aprovação da resolução 23 da CGPAR (Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União) altera para pior os planos de saúde nas empresas públicas federais. Entre outros prejuízos aos trabalhadores e a própria sustentabilidade dos planos de saúde nas empresas federais, a resolução 23, publicada em janeiro deste ano, aumenta os custos do plano para o trabalhador e impõe restrições aos seus dependentes.

Durante a conversa nas agências do Banco do Brasil, o dirigente sindical e bancário do BB, Paschoal Verga Junior lembrou que os tempos mudaram antes o banco conquistava o seu trabalhador, agora onera seus custos e precariza até a saúde dos empregados.  “Os prejuízos são imensos especificamente para a Cassi e demais planos de saúde das empresas federais com o teto de gastos do banco e o impedimento da entrada de novos associados. Além disso, impõe a paridade na contribuição entre associados e patrocinador, o que no caso da Cassi implica em aumento da contribuição dos trabalhadores de no mínimo 4%, proíbe a manutenção do custeio pelo banco aos aposentados, determina cobrança de contribuição por faixa etária e renda, extinguindo o princípio da solidariedade; e permite a contratação de planos diferenciados entre associados”, alerta o dirigente.

 

Bruna Togni - MTB 81055/SP

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