.: Paiva quer ampliar segurança nas agências bancárias e lotéricas da cidade

Com o objetivo de ampliar a segurança nas agências bancárias, correspondentes bancários e lotéricas, tanto aos bancários como aos clientes, o vereador José Antonio Fernandes Paiva (PT) acaba de apresentar projeto de lei que obriga as agências bancárias a isolarem visualmente o atendimento de seus usuários das pessoas que aguardam atendimento. Se aprovado o projeto, as agências bancárias, correspondentes bancários e as lotéricas, ficam obrigadas a criarem mecanismos, como jateamento dos vidros, que impossibilitem totalmente a visualização daqueles que realizam operações nos caixas e das pessoas que aguardam para serem atendidas.
A sua proposta é de que se determine como distância mínima de 02 (dois) metros o espaço entre os caixas em operação e o local onde as pessoas aguardam para serem atendidas. Também obriga a fixação, em locais visíveis e de fácil leitura nas áreas internas, de cartazes orientando a população quanto aos riscos no transporte de numerários e demais informações que sirvam de alerta para evitarem assaltos e roubos. Determina, ainda, que as agências providenciarão vigilância pessoal e ou eletrônica para este local de atendimento, como forma de segurança aos atendentes e clientes.
Se aprovado o projeto, as agências bancárias têm o prazo de 60 dias, a contar da data da publicação desta Lei, para adaptarem-se às disposições. O não cumprimento das disposições desta Lei sujeitará o infrator às seguintes punições: advertência; seguida de multa de R$ 5.000,00 (cinco mil reais).. Já no caso de nova reincidência, a multa passa a R$ 10.000,00 (dez mil reais); e, por último, suspensão do alvará de funcionamento, após a 5ª (quinta) reincidência.
Paiva destaca que Piracicaba tem tido um crescente número de ocorrências de furto e roubo na saída de estabelecimentos que habitualmente lidam com numerários, tais como, agências bancárias, correspondentes bancários, lotéricas, entre outros. “A sociedade piracicabana precisa de instrumentos para reprimir, coibir, proteger e consequentemente diminuir esta modalidade de crime. Sabemos que houve uma necessária evolução de sistemas de segurança nas agências bancárias para coibir os assaltos aos estabelecimentos financeiros, como instalação de cofres programados, câmeras de vídeo com monitoramento, portas automáticas com detectores de metais, entre outros. Acreditamos que com essas medidas, os estabelecimentos bancários de grande porte conseguiram dificultar e reduzir os assaltos ao seu patrimônio. No entanto, como as mentes criminosas são ágeis em buscar mecanismos para manutenção de seus delitos, os mesmos migraram essas ações de furto e roubo de numerários dos Bancos, passando a agir com o modus operandi contra os clientes, que nesse elo criminoso, certamente são os mais vulneráveis”, diz.
Por isso, o vereador e sindicalista diz que é necessário se buscar mecanismos para proteger esses cidadãos, que na correria do dia-a-dia não desconfiam que estão sendo observados em suas mais singelas atividades cotidianas. “Ao entrar em uma agência bancária, ou numa lotérica, ou num correspondente bancário, o cidadão fica focado em resolver suas demandas com aquelas instituições financeiras, e, quando menos esperam estão sendo atacados, porque já estavam sendo examinados desde sua entrada nestes estabelecimentos, quase sempre vigiados durante a sua permanência e continuamente a sua saída. Ou seja, o meliante premeditadamente acompanhou toda a rotina do cliente, surpreendendo-o no trajeto de retorno aos seus carros, ou ao transporte coletivo, ou às suas residências. O nosso objetivo é dificultar essa observação e planejamento dos criminosos, no intuito de diminuir essa abordagem brutal, assustadora e constrangedora, que além de trazer danos materiais aos cidadãos, tem também ceifado a vida de inocentes, pois para atingir seus objetivos o assaltante não se preocupa com as conseqüências”, completa.


Vanderlei Zampaulo – MTb-20.124


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