.: Nova Reestruturação do BB preocupa SindBan

Mais enxuta que a anterior, a reformulação terá foco no remanejamento de pessoal entre as diversas praças.

Após o desligamento de 9,4 mil empregados, e do fechamento de 402 agências, o Banco do Brasil (BB) prepara uma nova reestruturação. A pesquisa realizada pelo Sindicato dos Bancários de Piracicaba em sua base territorial aponta que a nova reestruturação do Banco do Brasil extinguirá só em Piracicaba mais de 30% dos cargos e ou/funções.

Mais enxuta que a anterior, a reformulação terá foco no remanejamento de pessoal entre as diversas praças. Este novo processo preocupa a entidade sindical e promove o clima de insegurança entre os bancários. De acordo com o Presidente do SindBan, José Antônio Fernandes Paiva, o processo está sendo realizado sem uma negociação. “A nova restauração do BB é um assunto que já surgiu como boato há algum tempo, e agora toma corpo, como um “Programa de Adequações de Quadros, PAQ, o processo mais uma vez vem sendo colocado em prática pela diretoria do banco, sem nenhuma negociação com o movimento sindical”, critica.

O processo de atendimento das agências do Banco do Brasil já sofre os reflexos da reestruturação iniciada em 2016 — que resultou no corte de mais de nove mil cargos e perdas de salários que chegaram a superar 70% da remuneração para centenas de funcionários. Agora com as novas alterações e a redução dos cargos, o atendimento ao público mais uma vez será prejudicado.

Segundo o dirigente sindical e bancário do BB, Lucas Lima, o Banco do Brasil trilha um caminho contrário a um modelo de ascensão, visto que a melhor solução para o crescimento seria a criação de vagas e funções. “Já é sabido que toda redução no quadro, causa intensa piora no atendimento, além disso cria um clima um clima de descontentamento e insegurança nas agências bancárias. Todas essas ações mostram o quão perdida está a gestão atual do BB. Por exemplo, ontem, 4 de janeiro, essa mesma diretoria apresentou um programa de ascensão de caixas e escriturários e, no dia seguinte, ele corta várias funções. Esses caixas e escriturários vão ascender para onde? ” Comenta, Lucas.

O Presidente do SindBan afirma que o movimento sindical não aceitará prejuízos aos bancários. “Estamos discutindo as medidas necessárias para proteger os empregos e direitos de nossos associados”, comenta Paiva.

 

Bruna Togni - MTB 81055/SP

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