.: Diretores do SindBan participam do Comitê em Defesa da Democracia

Na noite da última quinta-feira, 10 de dezembro, o SindBan marcou presença na reunião de formação do Comitê em Defesa da Democracia de Piracicaba. O eixo central dos debates foi a defesa da democracia e dos valores democráticos.

No debate estavam presentes vários atores, diferentes partidos políticos, pastorais, sindicatos, associações de bairros, frente da cultura. Representando o SindBan, os diretores Mauricio Nobre Vieira Junior e Thais Sanfins Schweter. De acordo com o dirigente sindical, Mauricio Nobre Vieira Junior, “Entendemos que, após o golpe de 2016, as democracias brasileiras vêm sendo vilipendiada diuturnamente. Haja vista o desastre da reforma trabalhista, as privatizações, o perdão trilhonário ás petroleiras estrangeiras, o desmonte dos bancos públicos”, comenta.

Segundo o Presidente do SindBan, José Antônio Fernandes Paiva, o Brasil vive um momento de desmonte de direitos, e da tentativa que desmobilizar a sociedade. “Existe hoje um movimento para desmobilizar as pessoas, e nós temos que resistir e como entidade sindical defender a manutenção da democracia. Esta defesa que parte do ideal de que todos possam falar o que pensam, por isso a criação do Comitê Em Defesa da Democracia em Piracicaba é de extrema importância, tanto para a esfera Municipal, quanto Federal, pois mostra que continuamos atentos, mobilizados e prontos para a luta. Afinal, defender o Lula não é coisa de petista, nem de "esquerdista". Defender Lula é atitude de gente sensata, gente que sabe que o que está em jogo não é corrupção, apartamento triplex, sítio, pedalinho, nada disso.  O que está em jogo é o sistema democrático brasileiro. O que está em jogo é a falência do sistema judiciário brasileiro que se tornou partidário e tão ou mais corrupto que o sistema político", comenta.

O Comitê visa defender a democracia, muito mais do que defender uma figura, é defender que sem motivos para uma condenação o ex-presidente Lula, posso participar das eleições. “Tudo isso faz necessário que nos levantamos nos comitês é para protegermos e construirmos a democracia brasileira, e como ícone da nossa luta, o direito do ex-presidente Lula de poder se candidatar a presidente. Ele não pode ser afastado do pleito por um processo sem provas”, comenta Mauricio.

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