.: Cláusulas renovadas no aditivo do Santander

São Paulo - Já está garantida a renovação de boa parte do acordo aditivo dos bancários do Grupo Santander. A rodada de negociação realizada na quarta-feira 18 tratou do Bloco I do acordo, das cláusulas renováveis e foi avaliada como positiva pelos representantes dos trabalhadores.
O responsável pelas relações sindicais no banco, Jerônimo dos Anjos, sinalizou com a renovação da maioria das cláusulas, deixando pendentes as que tratam do trabalho aos sábados, domingos e feriados, do “pijama” e do abono indenizatório.
A reunião foi boa, mas insistimos em voltar ao debate sobre essas cláusulas diante da importância da renovação do 'pijama', que vale até 30 de março de 2010 e queremos estender até agosto de 2010.
O “pijama” foi criado para evitar demissões durante o processo de fusão, que ainda não está concluído. Portanto, sua função ainda não terminou. E nem que somente um trabalhador possa usufruir dele nesses cinco meses já terá valido a pena porque será uma demissão a menos. Lembramos que espanhóis e uruguaios têm o “pijama” e que o Santander é o único banco no Brasil com esse tipo de acordo.
O mesmo vale para o abono indenizatório. Queremos manter e melhorar o valor de forma que se torne mais atrativo para os trabalhadores aposentados que estão na ativa e que, ao se afastarem, ajudarão a evitar uma demissão.
Nova rodada – O Santander deve informar na segunda-feira 23 quando será realizada a próxima rodada de negociação, que vai voltar a esses temas pendentes e iniciar os debates sobre as cláusulas novas.
Esperamos avançar porque são todas de cunho social e de conhecimento do banco, já contratadas com os sindicatos espanhóis. Queremos contratar também para os trabalhadores brasileiros, não como prática social, mas garantidas no acordo aditivo e válidas para todos. É bom para a empresa porque agrega valor pela boa prática de governança corporativa e valoriza os funcionários.”
25 anos – Desde 2009, o banco paga dois salários para quem completa 25 anos de casa. O Sindicato está reivindicando que o valor seja pago a todos que já completaram os 25 anos, mesmo antes de 2009. Já pedimos ao Santander os números, mas eles ainda não apresentaram. Essa prática era válida no Real e foi estendida ao Santander. Ou seja, o número de trabalhadores é pequeno, o impacto financeiro é baixo, mas o nível de satisfação e contentamento do trabalhador é alto, um custo-benefício com o qual o banco pode arcar.

 

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