.: CAIXA fecha 2017 com lucro de R$ 12,5 bilhões e paga PLR nesta quinta

A Caixa Econômica Federal encerrou 2017 com um lucro líquido de R$ 12,5 bilhões. O melhor resultado de sua história. Antes, a marca mais expressiva havia sido a de 2015, quando a estatal lucrou R$ 7,2 bilhões.

O ganho da Caixa está baseado em 3 pontos: reajuste das tarifas (principalmente, dos serviços prestados ao Governo Federal), redução de despesas (mais de 7 mil empregados deixaram a empresa por meio de PDV, além da reestruturação que eliminou mais de 130 unidades e fechou diversas agências) e diminuição do provisionamento de perdas (esse último, ligado a forma como o plano de saúde – Saúde Caixa – será custeado com as mudanças determinadas pelo Ministério do Planejamento).

O anuncio oficial será feito nesta terça-feira (27.03), em São Paulo. Esse deve ser o último ato do presidente da Caixa, Gilberto Occhi, que está de saída para comandar o Ministério da Saúde.

PLR

A Caixa deve pagar a Participação dos Lucros e Resultados (PLR) aos bancários nesta quinta-feira (29.03). O sistema de pagamentos já rodou a folha. Pelo Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), o banco tinha até o dia 31 de março para efetuar o pagamento.

A PLR na Caixa é composta pela regra básica Fenaban (90% do salário base), mais parcela adicional de 2,2% do lucro líquido dividido (pelo número total de empregados em partes iguais) e PLR Social.

A Caixa é o último dos cinco maiores bancos do país a distribuir os lucros. Essa não é a primeira vez que acontece. Ano passado, a situação se repetiu com o pagamento da primeira parcela. “Vale lembrar que a PLR é fruto da luta de todos os empregados, organizados pelos Sindicatos. Não foi e não é um benefício concedido pela Caixa. Foram anos até que houvesse a assinatura da Convenção coletiva, instituindo a PLR. Muitas greves e negociações até chegarmos ao modelo atual. Por isso que temos que defender nosso acordo coletivo, que é o que nos separa da vala comum do que restou da CLT. Muitos empregados que entraram acreditam que a PLR sempre esteve lá. Não esteve, assim como a parcela adicional, de mais 4% do lucro líquido”, comenta o empregado da Caixa e dirigente sindical Mauricio Nobre Vieira Junior.

SP Bancários - Com Edições - Bruna Togni - MTB 81055/SP

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