.: BB desrespeita seus funcionários

BB DESRESPEITA SEUS FUNCIONÁRIOS

Não obstante a reestruturação implantada a menos de um ano — que o movimento sindical interpreta como desmonte do BB para torná-lo privatizável, mais uma vez vazam ao jornal Correio Brasiliense medidas de uma nova reestruturação. A notícia afirma que o banco pretende aumentar a terceirização, criar novo plano de demissão incentivada e direcionada a funcionários próximos da aposentadoria, além de forçar a transferência de funcionários para outras localidades, implantar remuneração por venda de produtos, reduzir despesas de pessoal, criar mais escritórios digitais, fechar agências ou transformar em postos de atendimento. 

Trata-se de uma reestruturação da reestruturação que quanto mais se altera, menos controle tem a empresa e mais desnorteados ficam seus funcionários. O BB vinha tenho lucros respeitáveis em igualdade de condições com seus maiores concorrentes privados. Reestruturação para quê?

Desleal com seus funcionários o BB omitiu deles fatores que afetam suas vidas, causando apreensão pela iminência da “demissão voluntária” e transferências compulsórias, além de redução de agências e a consequente perda de cargos e funções, tomando tais medidas para justificar que precisa ganhar competitividade, reduzir custos com pessoal e outras falácias mais.

Segundo Fabiano Félix, representante dos funcionários (Caref) no Conselho de Administração (CA) do BB, nada disso foi pautado ou debatido no CA, órgão máximo de governança do BB, onde se decidem as questões estratégicas do banco. “É no mínimo desrespeitoso com os funcionários e um acinte as boas práticas de governança vazar medidas desta maneira”, apontou Fabiano, que também soube das informações pela imprensa.

 

Então vamos às conclusões: A direção do BB pretende enxugar seu quadro e precisa da ajuda dos funcionários e o que está por trás disso é uma estratégia política de desmonte, colocando sua estrutura hierárquica a serviço do seu querer, para persuadir as pessoas a deixar seu emprego. Percebe-se pelas redes sociais que a última notícia tornada pública, mexeu em muito com os ânimos dos funcionários e eles mesmos já se incumbiram de antecipar as consequências espalhando boatos.  Notícia bomba, radio peão etc, restando ao público alvo solidarizar-se com o Banco pedindo para sair.

O PDV tem caráter demissionário que não afeta a imagem do banco perante a sociedade, mas é imoral tanto quanto a demissão coletiva, pois apesar do incentivo financeiro, persuade ao desemprego, enxuga e coloca a empresa na vala comum das Estatais privatizáveis. Neste momento de atenção, sugerimos aos funcionários que não prestem esse serviço ao Banco, desemprego de qualidade afeta o mercado de emprego decente.

Paschoal Verga Junior - Vice-Presidente Regional Tietê

 

  

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