.: Bancários visitam 70 agências e promovem conversa com funcionários e clientes sobre a Reforma da Previdência

Bancários visitam 70 agências e promovem conversa com funcionários e clientes sobre a Reforma da Previdência

 

SindBan realizou paralisações curtas para um bate-papo com os bancários sobre os perigos da Reforma da Previdência para a classe trabalhadora.

 

A mobilização contra a Reforma da Previdência desta sexta-feira, 14 de junho começou cedo para os trabalhadores do setor bancário. Logo nas primeiras horas da manhã, dirigentes e funcionários realizaram um ato público na Praça do Terminal Central de Integração em adesão à paralisação nacional contra a reforma da Previdência do governo Bolsonaro, contra a privatização de empresas públicas e dos bancos públicos (Caixa e o Banco do Brasil), contra os cortes na educação e por empregos.

Logo após o ato público os representantes do SindBan paralisaram para uma conversa e conscientização dos pontos da proposta da Reforma da Previdência, nesse bate papo os dirigentes estiveram em 70 agências nas cidades de Piracicaba, Charqueada, Tiete, São Pedro, Santa Bárbara, Águas de São Pedro, Conchas, Rio das Pedras, Cerquilho.

“O movimento sindical bancário é um dos mais fortes e atuantes do país. Por isso mais uma vez estamos exercendo nosso papel de nos posicionarmos em defesa do direito à aposentadoria e do regime de da Previdência Social, que estão ameaçadas pela proposta de reforma do atual governo. E contra todos os retrocessos que estamos vivendo no país, como o desmonte da Caixa e do BB, dos projetos sociais, os cortes na educação e o alarmante nível de desemprego”, destaca o Presidente do Sindicato dos Bancários de Piracicaba e Região, José Antonio Fernandes Paiva.

Diversas outras categorias aderiram à paralisação nacional. Além de bancários em todo o país, professores, metalúrgicos, trabalhadores da Educação, da saúde, de água e esgoto, dos Correios, da Justiça Federal, químicos e rurais, portuários, agricultores familiares, motoristas, cobradores, caminhoneiros, eletricitários, urbanitários, vigilantes, servidores públicos estaduais e federais, petroleiros, enfermeiros e previdenciários.

“O governo e os grandes veículos de comunicação ficam o tempo todo repetindo que essa proposta de reforma tem de ser aprovada porque senão o Brasil vai quebrar. O que eles não dizem é que ela coloca a conta do suposto ‘déficit’ da Previdência nas costas do trabalhador e dos mais pobres. Eles vão manter privilégios, e ao mesmo tempo vão fazer com que os trabalhadores morram antes de se aposentar. Quando poderiam resolver as contas da Previdência Social por outros meios, como o combate à sonegação ou uma reforma tributária progressiva na qual os ricos pagassem mais impostos”, afirma a vice-presidenta do Sindicato, Angela Ulises Savian.

Paiva destaca outros motivos para a greve: “O número de desempregados chegou a 13,2 milhões [1º trimestre]. Temos ainda 5 milhões de desalentados [quem desistiu de procurar emprego] e 28,4 milhões de subutilizados [que trabalham menos tempo do que gostariam]. E a informalidade avança no mercado pós-reforma trabalhista. Quem nesse país vai conseguir alcançar os 20 anos de contribuição que a PEC 6/2019 determina como necessários para a aposentadoria? E os 40 anos de contribuição para se aposentar com o benefício integral? É impossível! é retirar do Trabalhador a sua segurança, o seu futuro que é a Aposentadoria”, questiona Paiva.

 

 

Os trabalhadores exigem do governo:

 • Modificar as fontes de financiamento do sistema atual por meio de reforma tributa?ria que institua impostos sobre lucros

• Adoc?a?o de um modelo econo?mico promovido pelo Estado que priorize gerac?a?o de emprego, renda e poli?ticas sociais

Fim das isenções fiscais concedidas a empresas;

• Combater a sonegac?a?o fiscal;

• Cobrar grandes devedores

• Auditoria da di?vida pu?blica e revisa?o das Desvinculac?o?es de Receitas da Unia?o, que retiram recursos da Previde?ncia para o pagamento de juros da di?vida pública.

Bruna Togni - MTB 81055/SP

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